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23 de dezembro de 2020

Todas as regiões de SC estão em nível gravíssimo para Covid-19

Santa Catarina vive um dos piores momentos da pandemia, refletido na nova atualização do mapa de risco, divulgada pelo governo do Estado nesta quarta-feira (23).

Todas as 16 regiões de Santa Catarina se encontram no nível gravíssimo (vermelho) para a Covid-19. Esta é a primeira vez, desde o início da pandemia, que todo o Estado atinge o pior indicador para a Covid-19.

Santa Catarina está em situação de alerta em todos os quatro indicadores em que a matriz se baseia.

A pior situação, no entanto, está nos índices de monitoramento e ocupação dos leitos de UTI: das 16 regiões, 14 estão no nível gravíssimo.

Além disso, há regiões em que os quatro índices aparecem em nível gravíssimo: Grande Florianópolis, Alto Vale e Nordeste do Estado.

A principal mudança em relação à última semana está na região de Xanxerê, que subiu para o nível gravíssimo.

Pela primeira vez desde o início da pandemia não há regiões no nível grave (laranja), alto (amarelo) e moderado (azul).

A gravidade ocorre justamente na época em que começa a temporada de verão em Santa Catarina.

Na última semana, o governo do Estado divulgou uma série de flexibilizações, como lotação máxima de hotéis, abertura de parques aquáticos e liberação de eventos e casas noturnas.

Nesta terça-feira (22), a Justiça acatou pedido do MPSC (Ministério Pública de Santa Catarina) para restringir as liberações do Estado.

Mudanças na metodologia

Na última semana, a Secretaria de Estado da Saúde divulgou que houve mudanças na metodologia de avaliação do mapa.

Segundo a epidemiologista Maria Cristina Willemann, foi alterado o ajuste do número de casos ativos por nowcasting, que agora são chamados de “infectantes”.

Também houve modificação da dimensão “monitoramento” pelo novo perfil epidemiológico, já que muitos casos estão sendo frutos de aglomerações em grupos intrafamiliares.

A epidemiologista descreveu que a dimensão do monitoramento como estava programada gerava uma distorção no indicador do efeito de desenho da síndrome gripal.

Desta forma, o indicador de sensibilidade passou a ser medido por confirmação laboratorial dos PCR, não mais utilizando dados que necessitam de informação individual no e-SUS.

“Isto vai provavelmente reduzir possíveis erros provindos de instabilidade no sistema de informação ou diminuição da capacidade de digitação pelos municípios”, informou Maria Cristina.

Fonte: ND Mais

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