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14 de janeiro de 2021

Projeto poderá mudar Hino do Rio Grande do Sul

Depois da repercussão ocorrida na posse na Câmara de Vereadores, na posse de 01 de janeiro, quando cinco parlamentares do PSOL, PT e PCdoB protestaram contra o hino do Rio Grande do Sul, o assunto chega a um novo momento.
Em fevereiro, pode ser protocolado na Assembleia Legislativa um projeto do deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) apresentando a mudança do texto que apresenta “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”.
Após publicação de texto na imprensa da capital, no jornal Zero Hora, o deputado lançou em sua página na rede social: Um debate imprescindível, uma mudança necessária. O combate ao racismo e reparações práticas, mas também simbólicas são um imperativo moral para a nossa época”.

Confira a letra do Hino Rio-Grandense:

Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade

Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Mas não basta, pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Composição: Francisco Pinto Da Fontoura.

===
A ASSESSORIA DO DEPUTADO LUIZ FERNANDO MAINARDI FOI PROCURADA PELO DEPARTAMENTO DE JORNALISMO. FOI ANUNCIADO QUE ELE NÃO IRÁ SE MANIFESTAR SOBRE O ASSUNTO. MESMO ASSIM, FOI REPASSADA A ÍNTEGRA DO PROJETO, QUE ESTÁ SENDO ANALISADO, E PODERÁ SER PROTOCOLADO.
ACOMPANHE:

PROJETO DE LEI Nº

Deputado Luiz Fernando Mainardi

Altera o artigo 7º da Lei nº 5.213 de 5 de janeiro de 1966 e seu Anexo nº 3, que dispõe sobre o Hino Rio-Grandense e dá outras providências.

Art. 1º. O artigo 7º da Lei nº 5.213, de 5 de janeiro de 1966, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 7º. O Hino é o que se compõe da música de Joaquim José de Mendanha, com harmonização de Antônio Côrte Real e orquestração do mesmo para piano, orquestra e banda (Anexo nº 2), com versos de Francisco Pinto da Fontoura, estes de forma abreviada, consagrada pelo uso popular: a primeira e a última estrofes do poema original com o estribilho e retificação de contexto histórico da última linha da última estrofe (Anexo nº 3)”.

Art. 2º. A nova redação da última estrofe do Hino Rio-Grandense, no Anexo 3 da lei nº 5.213, de 5 de janeiro de 1966, passa a ser a seguinte:

 

“Mas não basta para ser livre,

ser forte aguerrido e bravo.

Povo que é lança e virtude

a clava quer ver escravo”.

Via RD Planalto

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